Sejam Bem Vindos!!
Que o amor possa fluir em nosso ser nos dando capacidade de sabedoria e discernimento. Que todos possamos nos unir e levarmos a luz nesta corrente chamada vida.

domingo, 19 de setembro de 2010

Saiba o que é a vampirização noturna de energia


Saiba o que é a vampirização noturna de energia

Monica Buonfiglio
Já aconteceu de dividir sua cama com alguém e acordar no outro dia muito cansado, como se tivesse passado a noite em claro? Você pode ter sido vítima de uma vampirização noturna, muito mais comum do que pensamos.
Alguns casais dizem ter seu poder mental reduzido, sono perturbado independentemente de terem ou não consumado relações sexuais, prejudicando sua habilidade mental no dia seguinte.
A palavra vampiro significa "morto vivo" e sua crença existe em todo mundo, difundida especialmente na Rússia, Polônia, Europa Central, Grécia e Arábia. Em termos psicológicos, o vampiro representa o apetite de viver a qualquer custo sugando a energia de alguém próximo, desvitalizando sua vítima em poucos minutos, ou seja, age de maneira egoísta sem se preocupar com mais nada. Este vampirismo acontece em um nível psíquico e a pessoa nem se dá conta disso.
Quem pode ser um vampiro psíquico? É fácil identificá-lo:
1)Pensamentos obsessivos: fica remoendo os problemas e sempre briga com os outros

2)Apresenta choques emocionais como o medo e a culpa

3)Maus hábitos do corpo: esgotam a saúde energética

4)Saudosista: o passado foi o melhor tempo que ele viveu

5)Obeso energético: aquela pessoa que não consegue perdoar o erro dos outros

6)Vive a vida dos outros; os fofoqueiros de plantão

7)Não deixa sua casa limpa e em ordem; desta forma intoxica o astral

8)Quem sempre está mentindo para os outros e para si mesmo

Durante o sono, o corpo físico descansa e se ajusta aos ritmos da natureza; o ritmo da respiração de cada um é ditado pela posição do corpo, que se move de um lado para o outro até conseguir adormecer profundamente. Passamos cerca de um terço das nossas vidas dormindo e, por isso, precisamos aproveitar ao máximo este descanso para acordarmos dispostos no dia seguinte. Pessoas que se enriquecem a custa do trabalho alheio, meios ilícitos ou ainda aquele que explora os pobres em benefício próprio também são vampiros de energia. Neste caso, banhos de água e sal são indicados, além de orações para que a aura se fortifique.
Monica Buonfliglio
Retirado do site:

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

O Poder da Oração


O poder da oração
A oração é um fenômeno de paz interior, onde o indivíduo entra em contato com o divino.
Neste estado conhecido pelos parapsicólogos como ALFA, o nosso pensamento se concentra na oração e essa chega ao éter por se tratar de algo profundo, então teremos a explicação para a frase que diz “Nenhuma oração fica sem resposta”. Quando essa oração atinge o etéreo ela se transforma em luz e segue o seu destino encaminhado pelo subconsciente de quem a enviou, o resultado de uma oração pode aparecer em até 72  horas, e quando feita para o bem do próximo retorna para o bem feitor em bônus horas aqui na Terra, essas orações tem o poder de fortalecer a ¹Crista Divina toda vez que alguém faz uma oração para o próximo mantendo-se concentrado por quinze segundos no mesmo foco, esta oração se eleva de tal maneira a qual atinge esta Crista, é como um enorme Cristal onde são decodificadas todas as orações e reenviadas para os seus destinos dentro do período, conforme é considerada a necessidade de realização.
Quando uma oração não é respondida de maneira a qual nós gostaríamos, isso não significa que ela não foi respondida, e sim que a resposta foi ao contrário ao que queríamos, por que isto acontece?
Nós seres humanos somos dotados do livre arbítrio, o que nos dá a opção de escolha, porém a partir do momento que recorre as forças Universais seu pedido entra em contato com a Ordem Celestial, e a partir daí, já não cabe a nós decidirmos o que é o “melhor”, ou o que é “certo”. Porem a força desta oração é maravilhosa e reconhecida pelo éter como algo divino e de exemplo, isso acarreta em “presentes” dos céus para aqueles que praticam esta ação.
Bônus horas e presentes
É dado àqueles que de fato merecem, ao doarem um pedacinho do seu tempo àqueles que necessitam, estes bônus se transferem de forma imediata para sua “conta” aqui na Terra. Coisas boas começam a lhe acontecer, pessoas especiais “anjos” começam a cruzar seu caminho, sua vida dá saltos e o mundo ao seu redor se transforma. É fantástico! E sem contar que você ainda elimina ou diminui o seu carma e evoluí como espírito livre que é.
O estado meditativo também é considerado uma oração, já que se foca o pensamento por um determinado período e assim atinge a Crista Divina, ao meditar você também pode envolver o próximo na luz e assim elevasse diante do plano espiritual.
Faça ao próximo o que gostaria que fizessem a você! Fazendo para ele, o Universo lhe retorna sempre em dobro.
²Ame a Deus acima de todas as coisas;
³Ame ao próximo como a ti mesmo.

“¹Crista divina, nome ditado aos meus ouvidos enquanto eu elaborava este texto, ao pesquisar sobre isto, descobri algo bem interessante: DIVIDENDO CRISTA: É uma estrutura no desenvolvimento do coração do ser humano do embrião , que divide o direito do ventrículo , de forma tal que cria um pan sopro sistólico da mesma forma como o forame oval.
Um sopor que envia sangue para todo corpo, comparando, eu entendo que Crista Divina é onde há o sopro que leva luz para toda humanidade.
’²primeiro mandamento de Jesus.
“³segundo mandamento de Jesus.
Gislaine Coelho.

domingo, 12 de setembro de 2010

Os anjos entre nós!


Anjos Entre Nós
O Anjo de Gale

Gale mergulhou, depois Danny, e ambos saíram nadando rumo à plataforma de madeira no extremo da área demarcada. Gale chegou lá antes de Danny, e saiu da água com um único movi mento ágil. Depois sentaram-se e ficaram olhando o barco onde seguiam Donna e Arnie, atravessando os limites marcados pela corda. Ele remava com força, fazendo o barco singrar a água em direção à outra margem distante.
Gale ficou um bom tempo a olhá-los. Finalmente, Danny tocou-lhe o braço:

— Vamos voltar? Eu aposto que chego à praia primeiro.

Ela não respondeu. O barco ia no meio do lago, deslizando facilmente para a frente.

— Eu vou até a outra margem — disse Gale.

— Por quê?

— Quero provar uma coisa.

— O quê? Que é a Supermulher?

Gale sorriu:

— Talvez.

— Está tentando impressionar Arnie? É isso? Tudo bem. Eu alugo um barco.

— Eu vou nadando — disse ela, pondo-se de pé.

— Eu sei, mas eu vou remando ao seu lado.

Gale abanou a cabeça.

— Eu não quero um barco.

— Ficou maluca? E se você cansar ou sentir cãibras?

— A Supermulher não precisa de barco.

E pulou na água como um peixe vermelho, dando braçadas sem levantar muita água e deixando atrás de si uma trilha suave formada pelo nado borboleta.

— Volte! — gritou Danny.

Vários nadadores que estavam por perto olharam para ele, curiosos. Danny mergulhou e pôs-se a nadar furiosamente em direção à praia, onde correu para o barracão que alugava barcos. O encarregado disse-lhe que todos os barcos estavam alugados, mas que um deles deveria estar de volta dentro de dez minutos. Danny ficou andando de um lado para o outro, olhando na direção do lago, onde um vulto continuava a nadar, afastando-se cada vez mais da praia. Cinco minutos. Nada de barco. Dez minutos. O vulto na água continuava a afastar-se, cada vez menor na distância. Doze minutos. E o barco não chegava.

— Por que esse barco não chega?

O encarregado deu de ombros.

— Nem sempre essa gente é pontual — explicou ele. Quinze minutos. E foi então que Danny avistou o barco — um rapazinho e uma menina, rindo enquanto manobravam para atracar. Em seguida, Danny entrou no barco, que balançava de um lado para o outro, e apanhou os remos. O encarregado deu-lhe um empurrão e Danny partiu remando.

Ele nem sabia ao certo se teria forças para chegar ao outro lado. Remar o mais depressa possível iria cansá-lo mais rapida mente, e talvez ele não chegasse a alcançar Gale. Mas, se fosse mais devagar, ela poderia afundar antes que ele chegasse perto. Era uma maluca! Tudo porque queria impressionar Arnie. Antes, ela nunca se interessara por rapazes, da mesma forma que ele não se interessava por garotas. Agora, ele estava interessado nela e ela estava interessada em outro cara.

Mas nada disso importava agora. Alguma coisa lhe dizia que ela estava se metendo em dificuldades, e acima de tudo ele não queria vê-la nesse tipo de dificuldades.
Gale continuava a dar braçadas regulares, mas diminuíra consideravelmente a velocidade. Estava quase na metade do lago, distância que calculava pelo tamanho das árvores em ambas as margens. Metade do caminho era o ponto de onde não poderia mais voltar. Não havia motivo para pensar em voltar naquele momento. A distância para continuar era a mesma. Mas ela lamentava um pouco não poder pensar em voltar. Porque estava cansada. A outra margem parecia-lhe desalentadoramente distan te. Na verdade, parecia-lhe quase não estar avançando. Não estava chegando mais perto: estava dando braçadas sem ira lugar algum. Erro. Não devia ter tentado a travessia. Devia ter deixado que Danny a seguisse de barco. Não tinha colete salva-vidas. Se descansasse nadando mais devagar, apenas levaria mais tempo para chegar, e, quanto mais tempo ficasse na água, mais cansada se sentiria. Se apenas se mantivesse à tona da água, movendo as mãos e os pés, não estaria avançando; estaria usando energia sem sair do lugar. O melhor era continuara dar braçadas, continuar a dar braçadas e chegar mais perto da margem.

Agora estava além da metade, mas a margem continuava longe. E ela estava se sentindo cada vez mais cansada. O fato era que... os seus braços estavam ficando pesados. Nadar, nadar, cabeça para o lado e para dentro da água. Respirar, respirar. Seria a fadiga? Era alguma coisa mental. Tudo produto da imaginação. Continuar a nadar.

Que horas seriam? Os braços estavam ficando realmente pesados. Por mais quanto tempo agüentaria? Eh... não podia afundar. Uma pessoa pode flutuar durante horas apenas usando-se a velha técnica de mover a cabeça. Podem amarrar-lhe as mãos atrás das costas e amarrar-lhe os tornozelos, e ainda assim ela não se afoga, basta movera cabeça de um lado para o outro e respirar lentamente, sem entrar em pânico. O corpo flutua naturalmente. Não pode afundar. Flutua naturalmente, subindo para a superfí cie da água. Não é preciso se preocupar. Não se pode afundar. É isso ai.

Continuar com as braçadas. Ela se sentia cansada, fatigada, e a margem continuava longe. Por que as coisas não pareciam mais próximas? Ela mal conseguia levantar os braços. Por que estava fazendo aquilo? Não era nenhuma Supermulher. Não queria ser a Supermulher. Não queria impressionar Arnie. Que lhe impor tava Arnie? Danny era muito superior a ele. Danny a aconselhara a não tentar a travessia. Por que não dera ouvidos a Danny? Se Danny estivesse remando ao seu lado, ela poderia segurar-se ao barco. Poderia terminar a travessia de barco. Mas Danny não estava lá. Só os seus braços continuavam a mexer-se, mas lhe era tão difícil erguê-los. Era preciso descansar.

De repente, viu-se tossindo e tentando manter a cabeça fora da água, em busca de ar. Tinha engolido água! Não devia afundar. Precisava continuara nadar. Não podia afogar-se. A mãe, iria sentir falta da mãe. E Donna. Amava a irmã. Donna podia ficar com Arnie. Ela sentiria falta da irmã. E principalmente sentiria falta do pai. Pobre papai. Quem iria caçar com ele? Eu não quero me afogar!

Estava cansada demais para prosseguir. Não dava mais para mover os braços. As pernas já não se moviam. Ia afundar. Dizem que são três vezes, e, quando a gente afunda pela terceira vez, não volta mais. já teria afundado duas vezes? Uma vez, talvez duas. Mas a terceira vez seria a última... e estava sendo agora.

Sentiu o braço forte em torno da sua cintura e pôde respirar novamente. A cabeça estava fora da água, e ela estava tossindo, mas conseguia respirar! Quem a estava segurando? Seria Danny? Voltou a cabeça... não, não era Danny. Era um homem que ela não conhecia, nadando com um dos braços enquanto segurava-a firmemente com o outro. Ela estava de costas, olhando para o céu, grata por estar viva e nas mãos de um nadador forte que a levava para a frente.

— Ainda falta muito? — indagou ela.

O homem não respondeu, e ela permaneceu calada. Ele não precisava falar. Precisava de toda a sua energia para nadar. Ela esperava que ele conseguisse. Mas sabia, sabia que ele não deixaria que ela se afogasse. Gale perdeu toda a noção de tempo; tinha consciência apenas do movimento da água sob o seu corpo e o céu acima da sua cabeça. Ouviu uma voz distante. Danny? Seria Danny? Onde estava ele? Mas depois não o ouviu mais.

De repente, o homem ao seu lado parou de nadar. Pôs-se de pé e ajudou-a a pisar terra firme. Ela olhou e viu a praia! Tinha chegado ao outro lado! Correu atordoada para a praia. Água pelos joelhos, depois os pés em terra seca. Ela riu. Algumas pessoas que faziam piquenique olharam-na com curiosidade. Não havia sinal de Donna ou de Arnie.

Voltou-se para a água para agradecer ao homem que salvara a sua vida, e não viu ninguém — exceto um bote a cinqüenta metros de distância, remado por um rapaz cuja voz ela havia escutado quando ainda estava na água. Danny.

— Gale! Você está bem? — Agitado, Danny saltou do barco e empurrou-o para a praia. Virou-se para ela, ofegante. — Perdi você de vista. Pensei que tivesse se afogado.

— Eu estou bem.

— Você conseguiu — disse ele —, mas não devia ter tentado. Não pude alugar um barco a tempo, mas você devia ter-me deixado remar ao seu lado. Devia...

Ela o interrompeu:

— Eu sei.

— O quê?

— Disse que você tinha razão. Eu devia ter deixado que você remasse ao meu lado.

— B-bom — gaguejou ele. — Seja como for, você conseguiu. Você disse que conseguiria fazer a travessia a nado, e fez. — E, abrindo um sorriso: — Supermulher.

— Nisso você não tem razão, Danny. Não sou nenhuma Supermulher. Alguém me salvou, alguém evitou que eu me afogasse. Trouxe-me para esta praia.

— Eu não vi ninguém.

— Era um homem que podia nadar sem ficar cansado.

— Onde está ele?

— Não sei.

— De onde veio?
— Apareceu de repente, vindo do nada.

Danny estava perplexo.

— Quem é ele?

Gale deu-lhe o sorriso mais radiante de todos.

— O meu anjo da guarda — disse ela.



*******************************



Do livro ANJOS ENTRE NÓS, de Don Fearheiley, que narra histórias de visitas de anjos baseadas em relatos reais.


As Origens da Alquimia


2009-04-17 19:36
Alex Alprim

A idéia mais comum que se tem da alquimia é a possibilidade de usá-la para transformar metais comuns em ouro, ou obter a vida eterna. Só que a alquimia é muito mais do que isso. Ela está ligada a um conhecimento milenar, o hermetismo, geralmente associado a sociedades ocultas e grandes mistérios. 

    As origens da alquimia sempre geraram controvérsias entre os estudiosos. Pesquisadores como Cherry Gilchrist ou o polêmico Aleister Crowley defendem que ela está intimamente ligada às religiões e cultos que floresceram no antigo Egito. Para muitos místicos, a palavra alquimia seria uma derivação do árabe al Kimia, uma menção ao solo negro resultante das cheias do Nilo. Já o hermetismo tem relação ao culto do deus Thot que, na época em que os gregos exerceram sua influência no Egito, foi unido ao culto a Hermes.
    Algumas linhas de estudo afirmam que os primórdios da alquimia têm sua raízes em civilizações desaparecidas, como as de Mu ou Atlântida, mas ainda faltam provas documentais para comprovar isso. Segundo o historiador da magia Kurt Seligmann, a primeira citação à alquimia no mundo ocidental é creditada a Plínio, O Velho (23-79 d.C.), o quer poderia indicar as origens dessa arte por volta do século II d.C. No relato de Plínio, ele descreve detalhadamente as técnicas metalúrgicas da época e, muito embora não faça qualquer menção aos ensinamentos alquímicos, fica implícito que muitas das técnicas demonstradas formam a base do que mais tarde viria a se tornar a alquimia. Sob o ponto de vista histórico, é possível dizer que a alquimia se desenvolveu com as primeiras observações do homem na metalurgia e a partir da manipulação de vários materiais, resultando na descoberta de novos processos para desenvolvê-los.
    O período inicial da alquimia no mundo ocidental se deu entre os séculos II e XII d.C.. No início da Idade Média ela entrou em declínio na Europa e foi avidamente absorvida pelo mundo árabe, onde se expandiu. Na Europa, foi reabilitada por volta dos séculos XVI e XVII, influenciando a literatura, a arte, a filosofia e até mesmo o clero e os cristão eruditos, que mesclaram a visão cristã à alquímica.
Na magia, a manipulação dos elementos é considerada produto do desenvolvimento natural da astrologia, filosofia natural, teurgia e muitas outras disciplinas. Com isso, alquimia se tornou conhecida como a Arte Magna.

O Hermetismo
    No passado, o conhecimento alquímico não era transmitido de maneira clara e precisa pelos sábios e estudiosos. Quem não fosse iniciado nos mistérios, seja por um mestre ou outros meios, não conseguia entendê-lo. Os escritos eram em linguagem intricada e alegórica, baseada nos princípios do hermetismo — filosofia que, assim como a alquimia, tem sua origem envolta em muitas controvérsias e mistérios.
    Os fatos relativos ao seu desenvolvimento estão ligados a mitos e lendas de diversas épocas. A principal lenda, relatada em alguns textos egípcios, fala de um ser ou semideus, Thot ou Hermes, que teria transmitido preceitos a seus seguidores e, desta maneira, dado origem à filosofia hermética ou hermetismo, além de ter auxiliado na formação da nação egípcia.
Hermes é um dos deuses do panteão grego, responsável por conduzir as almas ao Hades, o mundo dos mortos. É por essa razão que muitos sábios o relacionavam aos conhecimentos ocultos e às transmutações de metais comuns em ouro e prata, além de apresentá-lo como conhecedor dos segredos da vida e da morte.
    Kurt Seligmann, entende que, quando os gregos chegaram ao Egito por volta de 334 a.C., encontraram a cultura local degenerada a ponto de muitos sábios não conhecerem mais o significado dos hieróglifos. Como os gregos valorizavam a cultura egípcia, iniciaram um intercâmbio com os sábios remanescentes, unindo o pensamento grego e o egípcio. Em um Egito helenizado, essa tentativa de recuperar os antigos ensinamentos acabou criando uma nova forma de filosofia e cultura. Inicialmente, os gregos identificaram os deuses egípcios com seu próprio panteão e, assim, firmou-se a semelhança entre Thot e Hermes (ambos possuíam praticamente as mesmas funções na mitologia). Com o passar dos séculos, a figura de Thot-Hermes foi humanizada e ele passou a figurar como um antigo rei, que teria entregue aos antigos os conhecimentos que transformaram o Egito em um grande reino. Posteriormente à chegada dos gregos surgiram vários escritos atribuídos a Hermes Trismegistos, como é conhecido pelos estudiosos. Na verdade, esses textos eram obras anônimas da filosofia egípcia unida ao pensamento grego, que receberam a sua assinatura para parecer que haviam sido inspirados pelo deus.
    Editados na época alexandrina, os escritos foram esquecidos e só reencontrados em 1460 por Cosimo Médici. Ele recebeu de um monge um conjunto de trinta textos, conhecidos mais tarde como Corpus Hermeticum, onde são descritas as bases da filosofia hermética. A obra mais influente da literatura hermética é a Tábua de Esmeralda — um conjunto de preceitos considerados a lei máxima dos alquimistas, aparecendo com freqüência em gravações nas paredes dos laboratórios alquímicos. Sua autoria é creditada a Hermes Trismegistos, mas existem várias versões, variando de acordo com as traduções em grego, árabe ou latim. A tradução mais conceituada entre os estudiosos é a de R. Steele e D. W. Singer, feita no início do século XX. O mais provável é que a Tábua de Esmeralda tenha surgido nos primeiros séculos da era cristã e recebido o mesmo tratamento de outros escritos atribuídos a Hermes: um texto anônimo assinado como sendo dele.
    A filosofia hermética envolve um conjunto de idéias centralizadas no Deus único e é provável que tenha influenciado o cristianismo. A poesia era outra marca registrada do hermetismo, buscando uma união entre o profano e o sagrado para atingir a transformação dos metais em ouro. Ou, como alguns autores modernos defendem, para transformar o homem comum e grosseiro em um ser espiritualmente elevado.
    O fato de muitas obras atribuídas a Hermes Trismegistos (Hermes três vezes grande) não serem de autoria do próprio não diminui seu valor filosófico. A validade do material reside em seus princípios espirituais e não nos fatos históricos.

A Alquimia Prática
    A alquimia é considerada a mãe da química moderna. Seus praticantes descobriram e desenvolveram uma metodologia de pesquisa na qual faziam uso de sais, ácidos, bases e um sem-número de componentes químicos, principalmente o mercúrio e o enxofre. Como foi demonstrado por Frater Albertus em seu livro Guia Prático da Alquimia — onde ele discorre sobre os antigos nomes das fórmulas e seus correlatos modernos —, os alquimistas tinham um vasto conhecimento da química e suas reações.
    Os alquimistas costumavam ser reservados e sérios, embora vários charlatões tenham se utilizado das histórias sobre a prática para enganar reis e obter dinheiro. Essa atitude contribuiu para espalhar ainda mais a lenda de que tais homens podiam fabricar ouro.
    Em seu livro A Tradição Hermética, Julius Evola expõe uma série de argumentos demonstrando que o verdadeiro objetivo da arte alquímica é mudar o homem, tornando-o conhecedor das leis e forças da natureza. Essa visão, embora não totalmente aceita, ganhou grande número de adeptos na segunda metade do século XX, tornando-se a principal linha de estudo atual. 
    Os textos antigos costumam falar de um mercúrio original, de um enxofre alquímico e várias substâncias que não seriam as mesmas que conhecemos hoje, mas outras de natureza mais sutil. Por meio de combinações entre esses elementos seria possível criar a Pedra Filosofal — um produto capaz de converter qualquer metal em ouro. Caso ingerida, a pedra poderia conferir imortalidade à pessoa. Isso fez com que muitos se lançassem loucamente em sua procura, sendo enganados por inúmeros embusteiros.
    Certos relatos indicam que devia realmente haver algo por trás dessas lendas. Um dos mais detalhados e aceitos pelos historiadores devido à sua precisão histórica veio de João Frederico Schweitzer, mais conhecido como Helvécio — um feroz inimigo da alquimia e seus praticantes. No ano de 1666 ele recebeu em sua casa um senhor que se dizia alquimista e afirmava ter descoberto a Pedra Filosofal. Inicialmente, ele se recusou a fazer uma demonstração. Como foi desafiado por Helvécio, marcou uma demonstração para dali a três dias, quando outra vez recusou-se a realizar a operação. Dessa vez, porém, ele deu um pedaço da suposta pedra a Helvécio, que teria realizado a transmutação e depois comprovado a autenticidade do ouro. 
    Em meio a tantas lendas e histórias não comprovadas, a alquimia e o hermetismo desenvolveram-se como disciplinas intimamente relacionadas, e hoje figuram entre as mais misteriosas da humanidade. Sua colaboração mais efetiva para o pensamento mágico moderno é, sem dúvida, o entendimento do ser humano e sua relação com o universo.
Essa relação foi expressa no preceito mais conhecido da famosa Tábua Esmeralda: "Aquilo que está acima é semelhante ao que está abaixo". Em outras palavras, todas as leis que regem o macrocosmo (acima) encontram-se no microcosmo (abaixo), que é o homem. 


[Box]
    A Alquimia no Oriente
    Muito embora a alquimia geralmente seja tratada como um tema restrito ao Ocidente, ela desenvolveu-se em praticamente todas as culturas humanas ao mesmo tempo. Os historiadores observam que, no primeiro milênio, Ocidente e Oriente estiveram de alguma forma interligados, e uma das indicações disso é o desenvolvimento semelhante da alquimia em ambas as culturas.
    H.J. Shepard defende que, inicialmente, o desenvolvimento ocorreu de forma separada e também que o conhecimento metalúrgico é um resultado natural da evolução de uma civilização. Posteriormente, as bases e as teorias alquímicas seriam influenciadas pelo intercâmbio entre as nações, como no caso da alquimia chinesa e árabe no século VII d.C..
    No oriente, a alquimia desenvolveu-se mais na Índia, onde fez parte dos ensinamentos védicos, e na China, com a adoção de práticas alquímicas pelo taoísmo, com o objetivo de atingir a imortalidade

[Box]
A TÁBUA ESMERALDA

Seguem abaixo os principais preceitos contidos na Tábua Esmeralda:
* Realmente, sem falsidade, isto é infalível e mais verdadeiro para realizar os milagres da coisa uma: o que está em cima é igual ao que está embaixo, e o que está embaixo é igual ao que está em cima.
* E como todas as coisas existiram pela contemplação do uno, sabe-se que todas as coisas surgiram, a partir deste uno, através de um simples ato de adaptação.
* O pai disto é o Sol, a mãe é a Lua.
* O Vento o carregou em suas entranhas, a Terra o alimentou.
* É o pai de todas as maravilhas pelo mundo inteiro.
* O seu poder é perfeito.
* Se for lançado à Terra, irá separar o elemento Terra do elemento F, o sutil do grosseiro.
* Com grande sagacidade, suavemente, ascenderá da Terra ao Céu.
* Novamente descerá à Terra e unificará em si mesmo a energia das coisas superiores e das coisas inferiores.
* Assim, possuireis a glória da inteligência do mundo inteiro e toda a obscuridade se afastará de vós.
* Isto ‘;e a profunda fortaleza de toda energia, porque domina todas as coisas sutis e penetra em todas as substâncias sólidas.
* Assim foi este mundo criado.
* Em conseqüência, desta maneira, surpreendentes adaptações serão alcançadas.
* Eis por que sou chamado Hermes Trismegisto, pois possuo três partes da sabedoria do mundo inteiro.
* O que eu tinha a dizer sobre a ação do Sol está terminado.

Materia retirado do site:

Meu entendimento do que é a alquimia.
Eu acredito que a alquimia é a ciência que estuda o desafio do ser humano em superar a ignorância e assim conseguir alcançar a sabedoria. Resumindo é transformar a ignorância em sabedoria, ou seja, o chumbo em ouro!
Por que um homem com sabedoria pode tudo!
Gislaine Coelho.

sábado, 28 de agosto de 2010

Saiba um pouco sobre a Flor de Lótus.





A Flor de lótus
A planta, que também é conhecida como lótus-egípcio, lótus-sagrado e lótus-da-índia, é da família das ninfáceas (mesma família da vitória-régia), nativa do sudeste da Ásia (Japão, Filipinas e Índia).
A pureza representada pela flor e até mesmo a associação à Buda, ocorre em alusão ao processo de germinação da flor que emerge de águas lodosas para a superfície e quando desabrocha mostra toda a sua beleza e força, abrindo as flores brancas imaculadas.
Cultivada em áreas alagadas, a flor de lótus brota com facilidade em praticamente toda a Ásia. Ela pode ser cultivada em vasos imersos, lagos, espelhos d'água ou tanques de jardim. Por ser uma planta aquática, dispensa regas e requer adubação apenas uma vez por ano. Precisa de sol pleno a maior parte do dia e é muito sensível a geadas. Sua haste, muito comprida, pode alcançar mais de 1 metro acima do nível da água.
Na Índia, a imagem da flor está relacionada à criação do universo. Repare nas gravuras indianas, os deuses costumam aparecer sentados ou em pé sobre a flor, como é o caso das representações de Ganesha, Lakshmi e Shiva.
Você também já deve ter ouvido falar da posição de Lótus na Yoga. Nesta ásana (postura) a pessoa se senta com as pernas cruzadas e entrelaçadas, mantendo a coluna ereta e as mãos pousadas sobre os joelhos.
Muitos monges e budistas em práticas meditativas imaginam flores de lótus surgindo debaixo de seus pés enquanto andam, assim estariam espalhando o amor e a compaixão de Buda simbolizados pela flor.
Simbologias a parte, saiba que a flor é enigmática até para a ciência. Há algumas curiosidades sobre a planta pesquisadas pela botânica que procura descobrir, por exemplo, porque as folhas da flor de lótus são autolimpantes, repelindo poeira e microorganismos.
Por Karina Conde
Retirado do site:
PS:
Quero que entendam que assim como a flor de lótus, podemos nos elevar e sair de qualquer "limbo" ou "lodo"
A Caminho da Iluminação.
Seja sensato busque o amor, cultive a humildade, vá longe, descarregue essa energia negativa e limpe-se, vá atrás de ficar em isolamento, buscar se conhecer melhor, suba uma montanha, escale um penhasco, corra o máximo que puder, ande prestando atenção em sua respiração, entre no mar, em uma cachoeira, vista a roupa da bondade, do amor, depois que você fizer essa busca maravilhosa, comece a praticar o bem, não sentado olhando as coisas acontecerem, Mexa-se e não se preocupe com o que os outros irão pensar, apenas faça, faça algo pelo mundo e por você eleve-se o máximo que puder... Por que você é um espírito infinito!
Gislaine Coelho
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